As mulheres são minoria no ambiente acadêmico quando nos referimos aos professores, como visto em outra postagem nossa. Essa é uma realidade vista em diversas universidades ao redor do pais e dependendo do curso escolhido essa diferença é maior. Porém, com todas essas dificuldades para se manter nesse meio, são elas que assinam a maior parte dos artigos acadêmicos publicados nacionalmente, cerca de 72% de acordo com a última pesquisa publicada[1]. Contudo, apesar de serem maioria em artigos, quando chega no viés das pesquisas o número se reduz para 49%. Apesar de ser menor que em artigos, estar praticamente em igualdade com os homens é uma vitória que elas demoraram anos para conquistar.
Porém, apesar de no Brasil os números estarem similares, internacionalmente as mulheres ainda sofrem muita dificuldade para conseguir publicar suas pesquisas e serem levadas em consideração, e percebemos que em áreas de ciências exatas esse número é ainda menor. Também foi mostrado que a medicina é o curso em que elas tem mais espaço, chegando a 56% de artigos publicados. Já na engenharia é onde possuem menor espaço, com 32%[1]. E são nessas áreas predominadas por homens que as mulheres lutam por seu espaço.
Não falta competência para essas profissionais, afinal, as mulheres têm mais títulos de mestrado e doutorado que os homens em território nacional[3], porém historicamente tendem a tentar tirar o espaço das mulheres no meio acadêmico. E o quadro está mudando, elas lutam por seus espaços na academia, publicam pesquisas e ganham notoriedade. O crucial o incentivo de que elas ocupem espaços que muitas vezes não é vista, como na engenharia e que elas são capazes de enfrentar e superar qualquer barreira, basta acreditar.
Não falta competência para essas profissionais, afinal, as mulheres têm mais títulos de mestrado e doutorado que os homens em território nacional[3], porém historicamente tendem a tentar tirar o espaço das mulheres no meio acadêmico. E o quadro está mudando, elas lutam por seus espaços na academia, publicam pesquisas e ganham notoriedade. O crucial o incentivo de que elas ocupem espaços que muitas vezes não é vista, como na engenharia e que elas são capazes de enfrentar e superar qualquer barreira, basta acreditar.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-03/mulheres-assinam-72-dos-artigos-cientificos-publicados-pelo-brasil
https://www.scielosp.org/article/ssm/content/raw/?resource_ssm_path=/media/assets/csp/v34n3/1678-4464-csp-34-03-e00025018.pdf
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